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Blog Ananda Surya Yoga
       



Por Juciara Cabral e Leandro Gomes         


Definições de Yoga                                                                                                     
        Segundo vário autores Yoga significa união, unificação, comunhão. A união do indivíduo com o Espírito Universal é yoga (Feuerstein, 1998; B.K.S. Iyengar, 2001;Hermógenes, 2001).

      Yoga é o direcionamento total dos sentidos e pensamentos (mente) a um fluxo de estabilidade (Patañjali).

      Yoga é a união do corpo com a mente, e da mente com a alma (B.K.S. iyengar, 2001).
                                                                          
Shiva Nataraja                        

     O Bhagavad-Gîtâ (2.48) também define yoga como “equanimidade” (samatva). O termo sânscrito samatva significa literalmente “igualdade” ou “regularidade” e tem todos os sentidos derivados, entre os quais os de “equilíbrio” e “harmonia” (Feuerstein, 1998).

  
      Em pleno século vinte e um, costuma-se pensar que o yoga é uma religião; outros afirmam que é uma ciência; muitos documentam que é uma filosofia; há ainda outros tantos que o consideram uma psicologia, uma terapia, uma fisiologia, uma dança, uma atividade física... E todos, de alguma maneira, vão considerá-lo uma forma de misticismo. Afinal de contas, os mistérios do Oriente povoam o imaginário coletivo de maneira quase sempre fantasiosa e envolta em ares de mistério.

      Vários pesquisadores conceituados transformaram essa pergunta numa busca incessante que preencheu e continua a preencher toda uma existência. Porém, como não há como chegar a um consenso amplo sobre o significado do yoga, ao invés de partir das diferenças, penso ser mais produtivo buscar as semelhanças para chegar a explicações plausíveis. E, nesse sentido, o que todos os ramos e escolas de yoga têm em comum é o fato de estarem ligados a um estado de ser ou de consciência realmente extraordinário e especial, ao qual dá-se o nome de samádhi - também conhecido como iluminação, auto-realização e integração. A experiência desse estado tornou-se a meta do yoga de acordo com os seus mais variados ramos e sistemas. Portanto, yoga é samádhi - um estado que não se descreve, mas apenas se experimenta, se vivencia.

        Todos os grandes mestres de yoga preferiram manter silêncio sobre essa experiência, dizendo que não há palavras suficientes para descrevê-la. Swami Sivananda costumava dizer que não se pode expressar o sabor de uma maçã para quem não a tenha saboreado, nem se pode explicar a natureza da cor a um homem cego. Como então explicar o que é o samádhi?

       Assim, yoga é uma palavra que pode ser aplicada a muitas coisas; e ao ler os textos do Yoga, é bom ter na mente essa flexibilidade.


História do Yoga

        O yoga surgiu na Índia há mais de seis mil anos como uma das primeiras manifestações da cultura indiana. Lá tiveram início as pioneiras experimentações que culminaram no maravilhoso e fascinante conjunto de técnicas que hoje formam o corpo da disciplina do yoga.

       A princípio, o yoga permaneceu como uma atividade clandestina e marginalizada, praticado inicialmente por homens, nas florestas, longe dos olhares da sociedade. Portanto, nada mais natural que todas essas práticas permanecessem secretas. Os yogis de então experimentavam em si próprios aquilo que, mais tarde, se transformaria em conhecimento e sabedoria comprovados. 

        A transmissão desses conhecimentos era feita oralmente, de mestre a discípulo. O termo sânscrito que designa essa transmissão é parampara, que significa sucessão. Num mundo ainda sem a palavra escrita, a arte da memorização atingiu seu apogeu e transformou-se numa espécie de garantia de que esses conhecimentos, tão arduamente conquistados, seriam transmitidos às gerações futuras e não se perderiam com o passar do tempo. E é graças ao impressionante desenvolvimento dessa habilidade que ensinamentos dessa tradição foram preservados e, posteriormente, foram parcialmente mencionados em obras importantes como Vedas, Upanishads , Bhagavad Gita e Yoga Sutras (Feuerstein, 1998)..

      Em pouco mais de um século, muito se disse, inclusive que o yoga, por ser um sistema concebido no Oriente, não é apropriado aos ocidentais. A esse respeito, pronunciou-se o grande Paramahansa Yogananda (2001):

       “O yoga é para todos: para a gente do Ocidente como para a do Oriente. Ninguém diz que o telefone não serve para o Oriente só porque foi inventado no Ocidente. Do mesmo modo, as técnicas do yoga são úteis a toda a humanidade”.

       O yoga é, sem dúvida, uma imensa dádiva oferecida ao mundo por nossos irmãos e irmãs da Índia, cuja dedicação aos experimentos, cuja perícia e astúcia na seleção dos resultados, cujo empenho e trabalho árduo desembocaram numa miríade de técnicas fascinantes e instigantes, eternamente atualizadas e de valor honestamente comprovado por todos os seus legítimos praticantes.

       A história do yoga começou na Índia há muitos milhares de anos. Hoje, o yoga é um patrimônio universal, de toda a humanidade, e como tal deve ser não somente respeitado, mas ampla e generosamente admirado.

            Qual a pronuncia correta: O YÔGA, O YÓGA, A IÔGA, A IÓGA ??? 

       Etmologicamente, a palavra yoga deriva da raiz "yuj", ligar, unir, juntar. Têm ligação com o inglês yoke, o francês joug, o alemão joch, o grego zugos, o latim iugum, o russo igo, o espanhol yugo, o sueco ok e o português jugo (Feuerstein, 1998). Devemos lembrar que a língua antiga da Índia era o Sânscrito, que possui um alfabeto próprio, e a palavra ioga foi, portanto transliterada para o nosso alfabeto.

       No sânscrito, a palavra yoga é masculina e pronunciada com o som da letra "o" fechado. No entanto, em português, a palavra ioga é feminina, escrita com “i” e a pronúncia da letra "o" é aberta, mas sem acento! De qualquer maneira, não devemos nos incomodar somente com a forma como ela é escrita ou pronunciada (o yoga ou a ioga, pois ambos estão corretos), mas procurar conhecer o conteúdo que está “por trás” dessa palavra e que deve ser respeitado. 

       A palavra yogin (nominativo: yogî) é derivada da mesma raiz verbal de yoga, a raiz yuj, e denota o praticante do Yoga, que pode ser um iniciante, um avançado ou até mesmo um adepto perfeito, realizado em Deus ou no Si mesmo (Feuerstein, 1998). A praticante mulher é chamada yoginî.

Porquê praticar YOGA?

       Segundo B.K.S. Iyengar (2001), noventa por cento da humanidade sofre de algum modo, física, mental ou espiritualmente. A ciência do yoga ajuda-nos a manter o corpo tão limpo quanto à alma. O corpo é indolente, a mente é vibrante e a alma é luminosa. Os exercícios de yoga desenvolvem um corpo até o nível de mente vibrante, para que o corpo e a mente, tendo ambos se tornado vibrantes, sejam atraídos pela Luz da alma.

       A ciência da mente é chamada de rāja-yoga; a ciência da inteligência,jnana-yoga; a do dever karma-yoga, e a da vontade, hatha-yoga.

 
       Considere o termo “hatha” pelo prisma psicológico, abandonando o fisiológico apenas por um instante, e você perceberá melhor se o hatha-yoga é físico ou espiritual. “Há” significa “sol”, que é o sol do seu corpo ou seja sua alma; “tha” significa “lua”, isto é, sua consciência. A energia do sol nunca enfraquece; já a lua mingua todo mês e, assim, uma outra vez vem do vazio à plenitude. Neste sentido o sol que há em nós, a nossa alma, nunca enfraquece, ao passo que a mente ou consciência, que tira da alma a sua energia, tem suas flutuações, modulações, estados de humor, altos e baixos, como as fases da lua.

      Praticar yoga, por conseguinte, é unir corpo e mente. Para pessoas instruídas, cultas, também é unir mente e inteligência; aos ainda mais instruídos e cultos, é unir corpo, mente e inteligência à profundidade da alma.

       O yoga é tradicionalmente dividido em oito membros ou partes como veremos a seguir.

Ashtanga Yoga – Pátañjali

        Ashtanga (ashta, oito; anga, membro) Yoga é o Yoga de oito componentes, mais conhecido como Rája Yoga (Yoga Real). Foi codificado pelo sábio Pátañjali, baseando-se nos milenares conhecimentos yogis que a tradição oral transmitia através das gerações, de Guru a discípulo. Era um conhecimento esparso e assis-temático, embora verdadeiro e profundo (Hermógenes, 2004).

       Pátañjali produziu um pequeno manual chamado Yoga Sútra, em quatro capítulos, ensinando inclusive as oito etapas do caminho (marga) a ser percorrido pelo aspirante, culminando com a realização de kaivalya ou libertação da Consciência (Purusha) de sua servidão e confinamento na matéria (Prakriti). A libertação só acontece quando a mente atinge o estado de total quietude, vazio, silêncio e abstração.

       O que nos impede gozar a Suprema Bem-Aventurança (Ananda), segundo Pátañjali, é o febril funcionamento da mente, assim como só se consegue ver a Lua em sua inteireza, quando refletida no lago, se as ondulações deste se aquietarem totalmente.

       Nossa mente, em seu estado normal, isto é, em sua condição de mediocridade, é impura, desconcentrada, toldada e agitada. A prática do Ashtanga Yoga corrige todas essas condições, e condiciona a mente para a experiência culminante de sua cessação.

Os oito passos do Ashtanga Yoga

1.      Yama – é o conjunto de cinco abstenções em nosso comportamento, visando a estabelecer um relacionamento perfeito e eficiente com nossos semelhantes. É um comportamento moral perfeito. As cinco abstinências são:

Ahimsa: não-violência; significa que devemos sempre nos comportar com consideração e atenção aos outros também significa gentileza, ser amigável com os outros e consigo mesmo.

Satya: veracidade; significa falar a verdade. È necessário considerar o que falamos, como falamos, e como isso afeta os outros.

Asteya: abstenção da avareza; steya significa roubar, asteya é o oposto. Não devemos pegar nada que não nos pertence, ou tirar vantagem de quem nos confia algo.

Bramacharya: controle do prazer sensorial; esta palavra é composta da raiz “char” que significa mover-se e a palavra Brahma, que significa verdade essência. Podemos entender brahmacharya como um movimento em direção ao essencial.

Aparigraha: livrar-se da ambição e do desejo de possuir mais do que necessário.

2.      Niyamas - é o conjunto de cinco preceitos que, bem cumpridos, produz a paz no mundo interno. Yama gera a paz com os outros. Niyama gera a paz conosco mesmos. Os cinco niyamas são:

Saucha: higiene, limpeza tanto interior quanto exterior, pureza, no coração, na mente no corpo, pureza em pensamento palavra e ação.

Santocha: contentamento, significa modéstia e a sensação de estar contente com o que se tem. Aceitar os acontecimentos deve encarar com equanimidade o sucesso e o fracasso a dor e o prazer, saindo da dualidade e contente em ser quem é e com este momento da vida.

Tapas: literalmente significa aquecer o corpo, e fazendo isso, provocar uma limpeza.

Swádhyáya: Auto-conhecimento, significa aproximar-se de si mesmo, estudar a si mesmo. Todo aprendizado, reflexão, contato que o ajude a aprender mais sobre si mesmo é swádhyáya.

Íshvara pranidhána: Significa entregar-se a Íshvara (o Senhor). Sem a Graça Divina, o esforço do aspirante ao Yoga é impotente. Enquanto se esforça no sádhana (disciplina espiritual), o aspirante se entrega total e incondicionalmente a Íshvara (Deus pessoal).

         Kupfer (2001) sugere escolher e seguir apenas um dos yamas e niyamas, e segundo ele os outros acontecerão sozinhos. Se quizer, tome essa escolhar como um exercício temporário, digamos durante algumas horas, dias ou semanas, para observar a suas próprias reações. Se, por exemplo, você escolheu seguir a não-violência e sentiu e sentiu dificuldades, ou não ficou conforme com os resultados, há ainda outras possibilidades. Depois que você conseguir a firme resolução de continuar com sua decisão, verá que fica mais fácil mantê-la, em qualquer circunstância. Isso deve servir como objeto de observação de si próprio, a cada momento, para treinar e testar o seu nível de consciência.

3.      Ásana

       Ásana é a postura do corpo, que deve ser confortável e estável, a tal ponto que nos permita meditar por um bom tempo, sem sentir desconforto (dores, fadigas...) nem desafio ao equilíbrio. Só assim podemos meditar com eficácia. O conforto e a estabilidade nos permitem atingir um estado no qual o corpo é como se não existisse. Diríamos que então se goza paz no corpo


“A prática correta da postura é marcada pelo relaxamento das tensões e a convergência da consciência com o infinito – Yoga Sutra II. 47”.

        Segundo B.K.S Iyengar (2001),todos os oito membros do yoga têm seu lugar na prática do ásana.

        Os ásanas do yoga se dividem em dois grupos: as posições de meditação, em que o praticante simplesmente senta no chão com as pernas cruzadas, e as culturais que são todas as demais (Kupfer,2001).

         A prática de ásanas dá mais resistência e estabilidade ao corpo, reduzindo as influencias externas como clima, idade, trabalho e uma maior capacidade de adaptação a qualquer fator externo. Através do ásana conhecemos  o comportamento da respiração e essa consciência  não só revela os estados internos da mente e do corpo como prepara para prática de pranayama (Heuser e Wolff, 2003).

4.      Prānāyāma

        Prānāyāma é uma palavra de origem sânscrita: prana significa "energia vital" e yama "ação, atividade, movimento" (Feuerstein, 1998).

        Prānāyāma é o controle da bioenergia (prāna), que mantém vivo o corpo e vivifica a mente. E só quando o alento praticamente pára, estando não obstante todo o sistema abastecido de energia, que os movimentos rebeldes da mente podem parar. Paz no sistema energético.

        O prāna se encontra tanto dentro quanto fora do nosso corpo. Segundo o Yoga Yajñavalkya, quanto mais confuso, cansado ou com problemas, mais prāna essa pessoa tem fora do seu corpo. Uma pessoa equilibrada, centrada, a qualidade e a densidade de prana dentro do seu corpo é maior. No corpo humano prana é expresso como vitalidade, que surge de algum lugar dentro do corpo (purusha) e se expande em todas as direções. Pouco prana no corpo é manifestado com um sentimento de restrição ou de travamento. Também pode ser falta de motivação para fazer qualquer coisa, ou depressão. O objetivo principal do yoga é trazer prana para dentro do corpo.

         O Hatha Yoga Pradipikā diz que o yoga é “prāna-vrttinirodha” – acalmar as flutuações da respiração. O yoga sutra de patanjali por sua vez, afirma que yoga é “chitta-vrtti-nirodha” – acalmar as flutuações da mente. A mente pode seguir incontáveis direções, numa fração de segundo. Mas a respiração, não. Ela só tem um percurso: inspiração e expiração. Pode fazer uma pausa por um momento, ao ser retida, mas não pode se multiplicar como a mente. Segundo o Hatha Yoga Pradipikā controlar a respiração e observar seus ritmos aquieta a consciência.

5- Pratyāhāra

        Segundo Iyengar (2001, 2003) pratyāhāra  é silenciar os sentidos e mantê-los passivamente em suas posições, ou direcioná-los para o interior da individualidade, para que possam assentar na essência do ser. Essa etapa busca libertar a mente dos estímulos exteriores para mergulhá-la na meditação.  Para aquieta-la, é preciso esvaziá-la, tranqüilizar as emoções e relaxar o corpo.


6- Dhāranā

        Dhāranā quer dizer atenção ou concentração. É uma maneira de focar a atenção num caminho, região, ponto ou local, específico e escolhido, no corpo ou fora dele. Dhāranā é o controle das flutuações da consciência para focalizá-la num determinado ponto. Em dhāranā, a pessoa aprende gradualmente a diminuir as flutuações da mente para, por fim, eliminar todas as ondas ou altos e baixos  da consciência, e conhecido e conhecedor se tornam um. Quando a consciência mantém essa atenção sem alterar ou oscilar a intensidade do fio da conscientização, então dhāranā se torna dhyāna, ou meditação.


7- Dhyāna – Meditação


         A meditação abre a mente para o maior dos mistérios que acontece diariamente e a toda hora; ela expande o coração para que ele possa sentir a eternidade do tempo e a infinidade do espaço em cada pulsação; nos provê uma vida dentro do mundo que é como se estivéssemos nos movimentando no paraíso; e todos esses feitos espirituais ocorrem sem nenhum refúgio em uma doutrina, mas pela simples e direta ligação com a verdade que reside no nosso mais íntimo ser (Shunryu Suzuki Roshi in  Levey; 2001).

         A meditação segundo Iyengar (2001, 2003), se destina a desenvolver a consciência completa ao estado de simplicidade e inocência, livre de orgulho e arrogância. A meditação é integração – pegar as partes desintegradas do homem e torná-lo  uma unidade de novo.

         Kupfer (2001) diz que a meditação é o resultado espontâneo da concentração da consciência, e constitui a preparação necessária para atingir o objetivo do yoga, o estado de iluminação (Samádhi). A meditação não pode ensinar-se. A rigor, as instruções sobre como meditar terminam na concentração. Depois o praticante deve continuar sozinho. O mestre lhe mostra o caminho mas só você pode percorrê-lo.

 

7-Samádhi

         Samádhi acontece quando a meditação se prolonga e permite que a mente que contempla e o objeto contemplado se unifiquem, e os movimentos (vrittis) conseqüentemente param. É um estado feliz. É quando se alcança o Yoga. É quando o Espírito (purusha) se liberta e se isola em seu Reino de bem-aventurança (ananda) e plenitude (Feuerstein, 1998).

         É a liberação final, o estado de iluminação, em que o contemplador se absorve no purusha, a Consciência Universal. No samádhi, o yogi se defronta face a face com experiências totalmente inacessíveis através do instinto ou da razão.

 
 

Referencias bibliográfica.

 

FEUERSTEIN, G. A Tradição do Yoga. São Paulo: Ed Pensamento, 1998.

HERMÓGENES, JÁ.  Autoperfeição com Hatha Yoga. Rio de Janeiro: Nova Era,  41ª ed, 2001.

HERMÓGENES, JÁ.  http://www.profhermogenes.com.br 2004.

IYENGAR BKS. A árvore do ioga: a eterna sabedoria do ioga aplicada à vida diária. São Paulo: Editora globo, 2001.

IYENGAR BKS. Light on Yoga. India: Thomson Press Ltd. Ed 26, 2003.

KHALSA, DS. Longevidade do cérebro. Rio de Janeiro: Ed. Objetiva, 1997.

KUPFER, P. Yoga prático. Florianópolis: Fundação Dharma, 3a ed, 2001.

LEVEY, J; LEVEY, M. O poder da meditação: um manual para o bem estar e o relaxamento.  Rio de Janeiro: Ed Nova Era, 2001.

YOGANANDA, P. Autobiografia de um Iogue. Rio de Janeiro: Lótus do Saber, 2001.

 

 
 

 


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